<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457</id><updated>2011-08-28T22:51:36.966-07:00</updated><title type='text'>Mente Inquieta - Coração Falante.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457.post-6751419647886422541</id><published>2010-11-19T09:38:00.000-08:00</published><updated>2010-11-19T09:39:42.808-08:00</updated><title type='text'>Biblioteca de Memórias - Luma-Dreams</title><content type='html'>Não sei vocês, mas fico tão contente quando gostam do que escrevo ou até mesmo se inspiram em mim ao fazer algo!&lt;br /&gt;Parece meio bobo, mas é verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui lhes apresento uma Imagem feita e baseada no meu conto &lt;b&gt;"Biblioteca de Memórias".&lt;/b&gt; E aproveitando, queria agradecê-la por fazer obra tão linda! :]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1PGnSawCAnE/TOa1xzVH4kI/AAAAAAAAAEY/GHdD3m2Sx3A/s1600/books_by_luma_dreams-d3341ru.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://3.bp.blogspot.com/_1PGnSawCAnE/TOa1xzVH4kI/AAAAAAAAAEY/GHdD3m2Sx3A/s320/books_by_luma_dreams-d3341ru.jpg" width="320" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;E pra quem quiser ver mais de seus trabalhos, segue o Link!&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://luma-dreams.deviantart.com/"&gt;http://luma-dreams.deviantart.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/169344918960835457-6751419647886422541?l=matheussoldan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/6751419647886422541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/11/biblioteca-de-memorias-luma-dreams.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/6751419647886422541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/6751419647886422541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/11/biblioteca-de-memorias-luma-dreams.html' title='Biblioteca de Memórias - Luma-Dreams'/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1PGnSawCAnE/TOa1xzVH4kI/AAAAAAAAAEY/GHdD3m2Sx3A/s72-c/books_by_luma_dreams-d3341ru.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457.post-5994951088861111379</id><published>2010-11-14T14:43:00.000-08:00</published><updated>2010-11-14T14:53:28.300-08:00</updated><title type='text'>Deixe sua mensagem após o sinal.</title><content type='html'>- Era sexta-feira à noite, onde o cansaço e o stress normalmente preparam-se para enfim, seu descanso. Sob a luz fraca de um apartamento no centro da cidade, somente o som de sirenes ao longe e um soprar pesado e lento podiam ser ouvidos. A fumaça de cigarro parecia inundar o pequeno cômodo de frente a uma janela encoberta pelas sujas e amarelas cortinas as quais, guardavam a privacidade escura e silenciosa de um certo homem.&lt;br /&gt;Seu nome? Bem... Mesmo ele havia se esquecido. Era Stuart; há tempos desempregado e imerso sobre a loucura e desistência de um homem que perdeu tudo, até mesmo a vontade de viver. Tanto que não seria exagero meu em dizer que durante dias, seu pesado e desprezível corpo estivera despejado por sobre sua poltrona velha e toda em trapos, quase que em estado vegetal, por assim dizer. E convenhamos que um homem perdido entre esse estado, se não segurasse uma garrafa qualquer de conteúdo alcoólico sobre as mãos, seria de absurda estranheza, não seria? E, pois bem... Afinal, ele certamente segurava uma.&lt;br /&gt;Uma tragada, outra golada. E assim resumiram-se seus dias de pleno desespero. Mas afinal, o que poderia ele ter feito para estar onde estava? Bem, até hoje eu não sei ao certo. Contudo, apostaria um palpite tanto quanto pessoal e experiente: Tudo o que um homem precisa para se desviar dos bons valores. Digo isso num termo geral, como via todos os dias por aí. No caso ele, em primeira vista seria apenas mais um. Porém, não foi bem isso o que aconteceu.&lt;br /&gt;Nessa mesma sexta-feira, e neste mesmo momento o qual contei ele estar, meu telefone tocou. Eu poderia ter imaginado ser uma ligação qualquer, sem saber, que aquilo teria notoriedade suficiente para tornar-se uma história. Uma voz ao fundo praguejava algumas palavras antes de dar-se em conta ter alguém atendido sua ligação. Não parecia bem, pois sua voz oscilava de forma tão enrolada quanto à de um bêbado. E eu, claro, estranhei.&lt;br /&gt;-&lt;i&gt; Alô, alguém ai?&lt;/i&gt; – Ele pigarreou algo denso e pesado pelo telefone. – &lt;i&gt;Gostaria de falar com...&lt;/i&gt; – Sua voz esvaiu-se entre um gemido indeciso, como quem não sabia ao certo estar fazendo. E eu, sem paciência ou tempo, ousei usar um pouco da velha e boa grosseria, talvez, minha especialidade. – &lt;i&gt;O Sr. Gostaria de falar com quem?! Seja breve.&lt;/i&gt; – &lt;i&gt;Com...&lt;/i&gt; – E ele novamente, enrolou-se entre o meio das palavras. Eu nesse momento já estava por quase desligar o telefone, quando sua pergunta, deixara-me sem jeito. – &lt;i&gt;Não, eesssssspere! Como você se chama?&lt;/i&gt; – Confesso ter levado um tempo, talvez, por medo de acabar me expondo.&lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Etrom... Senhor Etrom.&lt;/i&gt; – Fui rápido o suficiente para não parecer estranho. Mas senti uma leve pontada de desespero, confesso. Logo, ele continuou: &lt;br /&gt;- &lt;i&gt;Eu... Preciso falar com alguém. É sério... Me entende?&lt;/i&gt; – Como sempre, enrolado. Tinha ficado extremamente bravo, por ter que no dia de minha aposentadoria perder meu tempo ao telefone falando com um completo desconhecido. Mas algo nele me segurou ali, por onde durante quase duas horas e meia, conversamos. – &lt;i&gt;Não estou bem... Há algo de errado comigo.&lt;/i&gt; – Parecia soluçar entre o choro. - &lt;i&gt;Ultimamente parte de mim não têm sido mais a mesma. Eu perdi tudo... Tudo...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Sim, seu choro agora era mais claro. Eu fiquei somente a escutar, declarando minha presença por entre a linha através do meu forte respirar. E ele continuou... – &lt;i&gt;Alguma coisa me afunda... Estou sem forças, amigo....&lt;/i&gt; – Amigo? Se não pela sinceridade tamanha dele, eu teria estranhado ou revidado uma resposta digna de alguém cansado por escutar tanta baboseira. Mas não o fiz... Sabe aquele querer inerte e profundo? Pois bem... Ele me dominara sob aquele momento. Então Ele continuou... – &lt;i&gt;Eu... Não sabia a quem ligar. Desculpe... Mas poderia falar comigo?&lt;/i&gt; – Então o silêncio em busca de uma resposta fez-se presente na chamada. – &lt;i&gt;Prossiga, Sr...?&lt;/i&gt; – Esperei seu nome. Um gemido daqueles que tentam se lembrar de algo falho sob a memória foi escutado, até, que finalmente, um chute ou não, ele disse seu nome. – &lt;i&gt;Stuart... Me chamo Stuart.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Permaneci um momento confuso, declaro. Afinal, não era de costume aquele tipo de coisa acontecer sempre, e por isso, não sabia nem o que dizer. Anunciei minha respiração novamente pela chamada, e o silêncio, necessitou-se de uma continuação. E foi ele, a quem deu prosseguimento... Mas isso, somente após um suspiro. – &lt;i&gt;Às vezes me pego pensando no que estou fazendo...&lt;/i&gt; – Pausa. – &lt;i&gt;Nem mesmo eu sei, droga. Pode parecer estranho... Mas há dias venho teclando o número que vier pela cabeça, e você, têm sido o único pelo qual consegui uma conversa.&lt;/i&gt; – Ele cuspiu uma daquelas risadas de desaprovação e ironia. – &lt;i&gt;Que merda... Não?  Sou um bêbado idiota... Que tenta dar lugar a solidão com estranhos numa linha de chamada telefônica...&lt;/i&gt; – Não diria nada. Nem conseguiria, na verdade... Algo começou a tornar-se presente em minha mente, e assim foi se formando, enquanto ele continuou a praguejar... – &lt;i&gt;Não tenho mais nada... E nada, quero mais ter.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Foi ai que minha dormência a qual me encontrara, finalmente, deu-se conta de um algo maior por de trás daquilo tudo. Hunf... E pensar que após tantos anos de experiência, fui me deixar levar por essa conversinha ao invés de notar o que realmente lhe faltava. – &lt;i&gt;Pois bem...&lt;/i&gt; – Disse, enquanto coloquei novamente o telefone no gancho. Me estiquei todo, como de costume, e assim a recolhi: Minha fiel amiga. Aquela que há tempos tem me acompanhado nas desventuras deste Mundo perplexo e desesperado por seus serviços.&lt;br /&gt;Arrumei-me sobre o negror de minhas vestimentas, e assim, dei-me conta de que já estava pronto. Fui pego por um grito perguntando-me para onde ia ainda quando abria a porta, quando num trôpego corri mundo afora. E sabe por quê? Tinha um ultimo trabalho a ser feito.&lt;br /&gt;Quando cheguei, a luz fraca denunciava sua desistência perante a vida. Encontrava-me de frente as costas da poltrona a qual ele deitou-se, inerte. A televisão fora de sintonia oscilava uma luz envolvida pelo chiado que causava o lento e desesperador passar do tempo. Ousei me aproximar lentamente, pois assim, pouparia mais sofrimento. Mas isso realmente teria acontecido, caso o assoalho de madeira não tivesse rangido. Parei instantaneamente, e meus olhos mergulhados na escuridão que o capuz criara, voltou-se a poltrona, sem sinal algum de vida.&lt;br /&gt;Então resolvi me aproximar. E lhe asseguro... Foi mero engano achar que ele não havia me percebido, pois quando meu segundo pé saiu do chão, ele se anunciou. E por esse mesmo momento, que ouso em dizer este fato ser merecedor de uma história, afinal, ele sabia de mim... De tudo... E mesmo assim, pareceu não se alterar. – &lt;i&gt;Então você veio...&lt;/i&gt; – Fez uma pausa, enquanto minha respiração, traumatizada demais, tentava adivinhar o incerto. – &lt;i&gt;Só espere um segundo... Antes de tudo, queria rever o que um dia me esqueci, e pago por isso até hoje...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;A televisão antes perdida, agora mostrava cenas antigas. Momentos dos quais pertenceram há quem um dia teve vida, e sobre tudo, felicidade. Sim... Ele já conheceu a felicidade. E somente quem já a teve nos braços, sabe a verdadeira dor de sua Ausência. Ele permaneceu quieto, talvez focado demais em suas boas lembranças, mas mesmo assim, entendi o pedido. E então, dei meus primeiros e verdadeiros passos perante sua pessoa, que imóvel, teve como ultimo pedido lembrar-se e levar ao seu leito tudo o que já lhe fizera sentido na vida.&lt;br /&gt;Me aproximei, apoiei uma das mãos sobre a poltrona, enquanto que como um ultimo sinal de respeito, me ajoelhei, antes de tudo. Meu olhar baixo, perguntava-se se deveria falar... E assim o fiz. – &lt;i&gt;Você sabia de tudo, não? Do número... De quem verdadeiramente sou.&lt;/i&gt; – Apoiava meu corpo sobre a foice em pé, numa postura tão heróica quanto verdadeiramente era ser o que eu fazia, pois digo aqui, quer não me era fácil. Sua voz afogada em lágrimas, desligada do mundo, afirmou meus pensamentos. E assim, prossegui ao que teria de ser feito.&lt;br /&gt;Apertei levemente a mão que se apoiava sobre a poltrona, onde a escuridão que envolvia meu manto tornou a possuí-la aos poucos. E como suas ultimas palavras ou lembranças, antes de tudo tornar-se o simples vazio, foi a mim quem agradeceu. – &lt;i&gt;Obrigado... Morte.&lt;/i&gt; - E assim, como de costume, minhas palavras foram as ultimas coisas ditas antes de tudo acabar-se. – Disponha... E boa viagem.&lt;br /&gt;A televisão se desligou. E a luz... Fiz questão de apagá-la. Assim, quando ia deixando o local, por uma ultima e breve olhada de soslaio, sentia o peso do Mundo nas costas. Perpetuei por através daquele gesto a minha renuncia perante a vida e suas peças pregadas por entre meus feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo não era pra mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pena, foi ter descoberto isso após tanto tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/169344918960835457-5994951088861111379?l=matheussoldan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/5994951088861111379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/11/deixe-sua-mensagem-apos-o-sinal.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/5994951088861111379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/5994951088861111379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/11/deixe-sua-mensagem-apos-o-sinal.html' title='Deixe sua mensagem após o sinal.'/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457.post-7681553102799273820</id><published>2010-10-21T10:10:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T10:11:14.251-07:00</updated><title type='text'>Vergonhosamente meu.</title><content type='html'>Bom, e aqui segue um texto feito por mim há muito tempo. &lt;strike&gt;Nem tanto assim.&lt;/strike&gt;&lt;br /&gt;É incrível pensar o quão pouco eu prático, em relação ao que evoluo em cada post. Se eu te disser que escrevo todos os dias, me aprimoro, pesquiso e estudo... Estaria mentindo. Eu faço o que me da vontade. Mas não "naquele egoísmo", sabe? É algo natural... Não sei, mas queria partilhar isso com vocês, porque é bom saber que as vezes sabemos fazer alguma coisa não tão boa quanto você queria, mas enfim, que supre esse nosso "desespero".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem alguns erros feios que não ousei arrumar, porque se os fizesse, não estaria mostrando-lhes a verdade do que escrevi. Talvez vale a pena dar uma conferida e saber, que dentro de nós, existe algo além da compreensão. E acho que somente quem é próximo a si mesmo, de verdade, consegue chegar a essa resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas virgulas! Isso veio de um Autor o qual li parte de seu livro uma vez, e tentei agregar esse aspecto aos meus textos. .-.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, boa leitura. Espero que isso não os machuque muito, porque está horrível.  D:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a idéia é uma só: Seja você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um Mundo meu - &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terras perdidas, desoladas, têm-se o novo início. Um inicio próspero, sonhador. Aos altos de terras, sua pele cintilante ao sol, seu vestido celeste á dançar-se aos ventos, seus cabelos, muito lisos, intocáveis. Uma forma divina, virgem, envolvida sob uma aura anormal, onde as exclusões de um mundo externo, feio e distorcido, não podem passar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brilho flamejante de vida, aos olhos da garota envolvidos ao pôr do sol, onde aos toques e sussurros, uma composição leve e vibrante, faz-se ecoar por milhas e milhas, até onde, o sol recusa-se a chegar. Parecia renovada, em meio á tantos tons e cores, cada um, num gostinho especial que a vida produz, e parecia fazer questão, de mostrá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ventos numa valsa constante, magnífica em seu esplendor, pareciam festejar á sua chegada, cantarolando versos incompreensíveis, onde em vozes diversas ousam a atravessar os ouvidos daquele pequeno anjo, que em suas feições puras e angelicais, sorria como nunca jamais imaginou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gramas muito verdes, ensolaradas pelo crepúsculo pareciam-se um ser só, ao mover-se vibrantemente numa paisagem que se abrangia á magia da vida. O mundo inteiro ao seu redor parecia se alegrar, dançando em passos únicos e mágicos, em sua perfeição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma energia contagiante enchia-se o espírito da inocência, que num estado bruto, parecia brilhar mais do que qualquer coisa. Suas mãos eram levadas ao alto, onde rostos e corpos arrastavam-se num ar gélido e refrescante, lembrando-a mais do que nunca, a magia de viver. Seus passos eram alegres, e pareciam irrequietos, ao dançar-se pelos campos verdes ao misturar-se com as luzes do entardecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua mente já não mais pensava, somente sentia o que era vivo ao seu redor, em pares, circulando sobre seu corpo em sopros de ventos, celebrando a luz do escurecer. Seu corpo, agitado, em movimentos belos e acima de tudo, infantis, eram refletidos ao pequeno e claro rosto angelical, que em meio a sorrisos e sensações, tinham seus olhos selados ao que era externo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em passos e compassos, devido á extravagante alegria de se dançar para viver, e contemplar, a natureza em seu estado não somente sólido, mas também espiritual; ao comemorar dos últimos momentos em que o sol ainda se se sobreponha ás sombras do mundo cinza, ela tropeçou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada a poderia impedir se sentir aquele maravilhoso momento. Seu corpo sobre as gramas altas e verdes, amaciando o seu maravilhoso ser, que aconchegado, avistava o ultimo aparecer do sol sob as colinas. Seus pequenos olhinhos, cansados, porém, felizes, fechavam-se assim como á noite ao invadir aquele vasto mundo que era seu, e somente seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, nada mais se movia ao seu redor. Seu corpo, quieto sobre o que era monocromático, e coberto por um grande e alongado cobertor, encontrava-se numa sala escura, em seus vários objetos sem vida ou magia, que pareciam adormecer conforme a escuridão, assim, ficando por toda a eternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rostos a envolvendo já não eram mais os mesmos. Seus olhos artificiais, e sem o brilho do que se é magnífico, cobertos por meros restos de panos, cheios de idéias distorcidas do que é a felicidade, em si, tendo seus rostos pintados em formas bizarras, seus cabelos, alongados e coloridos á um tom sem graça e deprimente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, são afortunados os que ainda, em tempos cegos, conseguem sonhar e beirar á um mundo só seu, e somente, seu, onde a vida é vida, ultrapassando o que julgamos ser certo, ou normal. São afortunados, os que ainda, guardam dentro de si, os meros vestígios de sua inocência e juventude, que os acompanharam durante a infância, e hoje, os fazem agüentar, firmemente, esse mundo cego á beira do abismo da ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; Matheus Soldan.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/169344918960835457-7681553102799273820?l=matheussoldan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/7681553102799273820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/10/bom-e-aqui-segue-um-texto-feito-por-mim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/7681553102799273820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/7681553102799273820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/10/bom-e-aqui-segue-um-texto-feito-por-mim.html' title='Vergonhosamente meu.'/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457.post-3893653256371831074</id><published>2010-10-21T09:49:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T09:59:20.557-07:00</updated><title type='text'>Biblioteca de Memórias.</title><content type='html'>Perdido entre um andar sóbrio, mas carente, um menino cabisbaixo tinha seus pés tocados num sonhar frio e desolador. Um chão quadriculado e sujo pelo envelhecimento perdia-se por entre os amontoados de livros em estantes. Um passo arrependido, carente, jogava a poeira de suas magoas mundo a fora. Como uma caixa esquecida, o pó de suas memórias fazia-se livres e soltas por entre seu coração. Um voar lento e majestoso deixava aqueles pequenos fragmentos em contraste pela luz, envolvidas por uma sincronia só.&lt;br /&gt;Mas ali, ele nada via. Seus olhos varriam o chão, e seu corpo, o desespero em silêncio. Uma alma vagante. Um coração escorrido, derrotado. Ele não sabia onde estava. Nem o que fazia ali. Queria apenas estar só e compartilhar a solidão consigo mesmo. Um cultivar lento, monótono e inquietador. Um simples querer. Nada mais...&lt;br /&gt;O corredor estendia-se por entre seus passos afundados, e as janelas, as luzes, assim o acompanhavam. Eram sempre as mesmas. Um momento só.&lt;br /&gt;Seu corpo pequeno e magro entre ossos e linhas guardava suas mãos tristes e sem vida num bolso largo demais para pouca significância. Uma solidão interna. Mas mesmo assim, ele continuava a andar. Sem motivos. Sem querer. Apenas sabia que tinha de seguir, ver o mundo girar, e se sentir vivo. Parte de tudo aquilo...&lt;br /&gt;Um vento anônimo, dizendo por si só, ousou levantar sua face. Intrigado pela sua forma única, o menino atreveu-se a olhar por janela afora, mas o silêncio, predominante, cobriu o tempo novamente. Mas aquilo não o impediu... Não o impediu de sentir o leve sopro guiá-lo pelos corredores.&lt;br /&gt;Com atenção, podia-se ouvir um farfalhar das folhas dos livros postados em sua volta. Pareciam vivos, a guardar algo a mercê do tempo. Aquilo não tinha de ser assim. Seu espírito erguia-se cada vez mais, em cada sopro e respirar, renovando-o as esperanças.&lt;br /&gt;Sentia-se leve, dono de si, sensitivo ao olhar. Como ele não havia antes visto aquele lugar? Como?!&lt;br /&gt;Boquiaberto, parecia ser guiado constantemente por algo que movia além dos ventos. Sua curiosidade espanava a poeira de suas memórias janela afora, e agora, havia finalmente começado a encontrar as migalhas de si mesmo. O olhar alto media a altura e o valor daquele mundo sem fim, onde os livros e as estantes pareciam desenhar o céu.&lt;br /&gt;Mas ali, perdido entre seus encantos, num abraçar quente e aconchegante o fez por pouco não bater em uma estante. Ele olhou a volta, sem ar. Não havia mais corredor. Somente uma coluna de milhares de livros abrangia seu olhar inocente. O vento já não soprava suas costas. Suas memórias, já não levitavam sua alma.&lt;br /&gt;E foi ali, quando sua cabeça parecia afundar novamente entre um mar de esquecimentos, ele o viu. Sobre seu pé, um livro só chamava-lhe a atenção. Ousaria ele pegá-lo? Mas sim... Sua curiosidade intuitiva o mandava fazer aquilo. Ele se abaixou, e suas mãos pela primeira vez soltas, tocaram o duro e pesado livro num reconhecer já antigo e passado...&lt;br /&gt;Seus olhos brilhavam, e sua alma inquieta, flamejava-se de alegria. Sim... Um único livro parecia preencher seu coração. Seu familiar nome reluzia por entre as mãos do rapaz. Ele o observava aflito em lágrimas aquele nome, parte de sua infância. Após um engolir seco, poderia ele quebrar o Silêncio de seu coração? Poderia?! Buscou sua voz no fundo de sua alma, que arrancada com todas as suas forças por entre as raízes de suas mágoas, finalmente, veio-se a tona...&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;FANTASIA...&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este era seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt; Baseado em fatos reais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não preciso explicar. Preciso?&lt;/i&gt;   :]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matheus Soldan.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/169344918960835457-3893653256371831074?l=matheussoldan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/3893653256371831074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/10/biblioteca-de-memorias.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/3893653256371831074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/3893653256371831074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/10/biblioteca-de-memorias.html' title='Biblioteca de Memórias.'/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457.post-1332919272852461007</id><published>2010-10-21T07:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T07:07:18.993-07:00</updated><title type='text'>Sumiço repentino.</title><content type='html'>Não sei se alguém ainda olha este Blog, mas da mesma forma, gostaria de explicar um pouco desse meu "abandono" perante minha criação. Talvez vocês não tenham passado por um momento semelhante, mas mesmo assim, podem ser capazes de entendê-lo.&lt;br /&gt;Andei meio sem saco nem imaginação. Tudo o que passei a escrever parecia lixo, e não me contentava com isso. Eu queria mais de mim. Muito mais...&lt;br /&gt;Então, acabei dando uma parada de escrever, tentando ao mesmo tempo me organizar e reconhecer meus limites como Amador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prometo voltar a postar textos aqui novamente, mas não garanto ser algo de muita frequência. Geralmente os textos meus refletem um estado de espírito nosso. E muitas vezes esse espírito muda, deixando-o inapropriado para certas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez... Desculpem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/169344918960835457-1332919272852461007?l=matheussoldan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/1332919272852461007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/10/sumico-repentino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/1332919272852461007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/1332919272852461007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/10/sumico-repentino.html' title='Sumiço repentino.'/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-169344918960835457.post-5186279429051066533</id><published>2010-06-09T11:10:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T11:52:23.057-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Rastros de uma vida. - Capítulo I&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chorar para Edward há muito já não era a cura. Os rastros de seu coração ainda feriam as marcas vazadas em tristezas. Em seus olhos, as dores disfarçadas por paisagens belas e divinas, já não lhe cobria suas noites de insônia. O peso de um passado escuro parecia pender em seu coração num rasgo lento e doloroso. Apertava-lhe o peito. Esmagava-lhe a alma. E agora, era hora de partir, novamente. Esquecer as magoas sobre as trilhas de seu desespero, antes que as alcançassem de vez. Seu olhar ao chão lhe acusava arrependimento. Uma alma perambulante, perdida em seus próprios devaneios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus passos e feridas, não mais doíam. Seu propósito era outro. Seu foco era outro. Talvez viver o quanto durasse. Talvez fugir da vida; ou viver por viver. Sua incerteza estampada sobre a face era-lhe clara. Mais clara que o dia, mais obscura, que a própria noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua dormência era fraqueza. Uma fraqueza como pessoa. Era pra ser assim? Ou talvez, fosse ele o errado? A cada passo, aquele sentimento era presente. Indecifrável. Incompreensível. Dolorido. Inaceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Angústia, muito bem guardada, limpa e tão reluzente quanto viva, suas mãos calejadas não desgrudavam. Era preciso controle, por mais difícil e traiçoeira que lhe era. Cortante como a vida e profunda como a alma. Uma profundidade escura, úmida e desolada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... Se teu corte pudesse-lhe romper as correntes do passado. Ah, se este seu calor constante, pudesse-lhe aquecer a alma num conforto de um abraço. E que lhe retirasse a solidão de uma vida, e uma vida; de tal maldição. Mas esse não era seu propósito. Seu nome já bem anunciava isso. Angústia... Maldita Angústia... Os homens querem tanto, mas tão pouco, conseguem suportar... Um ensinamento talvez tardio para Edward, mas não, em vão. Afinal, para onde aquele aperto lhe enviava?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas tardes; tantas noites, e um só coração falido. A voz lhe fugia o grito. E era apenas em gemido, simples e contorcido, que compunha seus dias negociados com Angústia. Seus passos pareciam atravessar-lhe décadas. Envelhecer-lhe a face.&lt;br /&gt;A Angústia lhe rezava os dias. E era ela, que lhe feria o peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se caminhar era a solução? Oh, não... A cada passo dado, era distância a menos para o abismo de seu coração ferido e chutado por tantos caminhos tomados em vão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/169344918960835457-5186279429051066533?l=matheussoldan.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://matheussoldan.blogspot.com/feeds/5186279429051066533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/06/rastros-de-uma-vida.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/5186279429051066533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/169344918960835457/posts/default/5186279429051066533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://matheussoldan.blogspot.com/2010/06/rastros-de-uma-vida.html' title=''/><author><name>Matheus Soldan</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://4.bp.blogspot.com/-GYVr3kGncDg/Tlso2J5udnI/AAAAAAAAAFE/MgFTAfTwhcQ/s220/solitude_by_blackgerm-d2zi8bi.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry></feed>
